sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

A estrela do mar

Graça, Paz e Alegria!

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Ilustração

Era uma vez, um escritor, que morava numa praia tranquila, junto a uma colônia de pescadores. Todas as manhãs ele passeava a beira-mar, para se inspirar, e de tarde ficava em casa, escrevendo.

Um dia, caminhando na praia, ele viu um vulto que parecia dançar. Quando chegou perto, era um jovem pegando na areia as estrelas do mar, uma por uma, e jogando novamente de volta ao oceano.

-Por que você está fazendo isto? - perguntou o escritor.

-Você não vê? Disse o jovem. - A maré está baixa e o sol está brilhando. Elas vão secar no sol e morrer, se ficarem aqui na areia.

- Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, e centenas de milhares de estrelas do mar, espalhadas pelas praias. Que diferença faz? Você joga umas poucas de volta ao oceano. A maioria vai perecer de qualquer forma.

O jovem pegou mais uma estrela na areia, jogou de volta ao oceano, olhou para o escritor e disse:

- Pra essa, eu fiz diferença.

Naquela noite o escritor não conseguiu dormir nem sequer conseguiu escrever. De manhãzinha foi para a praia, reuniu-se ao jovem e juntos começaram a jogar estrelas do mar de volta ao oceano.

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (12.38-42)

Graça, Paz e Alegria!

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Mateus 12.38-42

38 Então, alguns dos escribas e dos fariseus, tomando a palavra, disseram: Mestre, queremos ver da tua parte algum sinal.
39 Mas ele lhes respondeu: Uma geração má e adúltera pede um sinal; e nenhum sinal se lhe dará, senão o do profeta Jonas;
40 pois, como Jonas esteve três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim estará o Filho do Homem três dias e três noites no seio da terra.
41 Os ninivitas se levantarão no juízo com esta geração e a condenarão; porque se arrependeram com a pregação de Jonas. E eis aqui quem é maior do que Jonas.
42 A rainha do sul se levantará no juízo com esta geração e a condenará; porque veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis aqui quem é maior do que Salomão.

Mesmo com tantas palavras sábias e com tantos sinais de curas e libertações, ainda havia quem queria algum sinal da parte de Jesus. Queriam "algo grandioso", "definitivo", que confirmasse de forma inquestionável que Jesus era o Messias.

Os sinais já estavam postos e apresentados! Mas eles queriam algo mais...

Jesus deixa claro que o sinal será o mesmo de Jonas: como o profeta ficou no ventre do grande peixe, Ele ficaria o mesmo tempo no seio da terra. Sabemos que Ele falava de Sua morte e ressurreição! Mas nem esse sinal serviu quando ele aconteceu! Porque nada basta para quem não quer realmente mudar. E resta apenas a condenação em situações assim...

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Justificação pela Fé (9)

Graça, Paz e Alegria!

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Ao pensar sobre justificação sob o tema "fé e obras", parece que existe um conflito entre Paulo, que defende que não depende das obras, e Tiago, que escreve "que o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé" (Tiago 2.24).

Pessoalmente, não vejo um conflito!

Não vejo Tiago ensinando a possibilidade da justificação mediante a combinação entre fé e obras. Vejo ele dizendo que as boas obras servem como evidência de que a fé de uma pessoa é genuína. As obras acompanham! Não permitem o "nascimento" da justificação, mas quem foi justificado terá obras que confirmem essa realidade em sua vida! As obras, assim, confirmam pelas ações a justificação! Não se pode dizer que tem fé e não agir de acordo como quem tenha fé.

A fé permite que experimentemos a justificação. Mas as obras acompanham a vida do justificado, em cada atitude do seu dia, confirmando essa justificação.

A verdadeira fé necessariamente é acompanhada de alguma evidência exterior, isto é, as boas obras. Essa realidade acompanha a quem vive a vontade do Senhor.

Se essa evidência exterior não ocorrer, então não há fé genuína, não existe a confirmação com ações, e consequentemente, não há justificação. Mas não por não ter boas obras simplesmente, pois até quem não é justificado pode praticar algumas ou muitas boas obras! A justificação vem acompanhada das obras. Mas apenas obras não evidenciam a justificação! O justificado vai praticar as boas obras, a vontade do Senhor. Será algo natural. Mas até quem não é justificado pode ter algumas boas obras, logo, as obras em si não trazem a justificação, mas o justificado vai praticar!

Terminamos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Comentário Devocional do Livro de Daniel (5.1-31) – 6

Graça, Paz e Alegria!

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O rei ainda tenta retomar o controle e o poder. Queria a interpretação do que estava escrito naquela parede. E queria logo!

Prometeu presentear quem a ele permitisse o devido entendimento. Daria algo do seu poder, algo que ele poderia dar por ser dele. E assim, poderia retomar de alguma forma o controle naquela situação.

Mas ninguém conseguia entender. Ninguém conseguia trazer o poder de volta para o rei. O controle ainda estava longe de suas mãos! Não era possível discernir o que estava naquela parede porque não era coisa para adivinhos ou videntes. Era para ser entendido por quem discernia as coisas espirituais. A sabedoria humana não pode ajudar um homem aflito no meio de sua rebelião contra Deus. Só o entendimento do Alto pode colocar as coisas em ordem e trazer o devido entendimento, diante do arrependimento ou da confrontação no meio do erro.

Parecia que tudo estava perdido. Quem seria capaz de trazer luz para aquela situação?

Daniel é lembrado mais uma vez. A rainha-mãe faz com que o nome de Daniel seja lembrado. O testemunho de coisas passadas fez com que ele fosse mais uma vez lembrado e quem sabe poderia trazer a solução para aquele caso.

O testemunho pode não ser um fim para o evangelismo ou para que sejamos lembrados. Não deve ser a primeira coisa que se questiona, pois as pessoas podem sim entender tudo errado, mesmo que o testemunho esteja em ordem. Mas num momento de angústia, até quem falou erradamente sobre o seu testemunho, vai lembrar da verdade e do que você pode fazer. Siga com seu testemunho, mesmo que as pessoas pervertam e mudem. Não deixe de fazer o certo, pois no momento adequado, até quem mentiu sobre o que você fez, até quem achou que tinha razão em sua contrariedade sobre seu testemunho, vai lembrar do que realmente ocorreu e mais uma vez você poderá testemunhar o agir do Senhor! Siga em sua coerência, mesmo que digam que você não está sendo. Se você vive isso, siga em frente, independente de quem se levante contra! Se não vive de forma coerente, faça a revisão e ajuste para a vontade do Senhor!

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Biografias: Davi (2)

Graça, Paz e Alegria!

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Como citamos na semana passada, o pai de Davi era Jessé, que pertencia a tribo de Judá, e era neto da moabita Rute com o judeu Boaz. Era o filho mais novo! Ele nasceu em Belém, uma cidade que ficava aproximadamente 10 quilômetros ao sul de Jerusalém.

Davi foi criado como pastor de ovelhas, onde aprendeu muitas das coisas que ele acabou colocando em prática ao longo de sua vida. Quando ele assumiu o trono de Israel, por exemplo, ele demonstrou ter coragem, dedicação e cuidado com o povo. O povo era como seu rebanho!

Ainda cuidando das ovelhas, Davi enfrentou situações desafiadoras, como um urso e um leão (1 Samuel 17.34-37). Ainda que moço e talvez ainda em formação, o Senhor deu a ele a estratégia e a força para cuidar de seu rebanho de predadores tão poderosos.

O texto bíblico afirma que Davi era ruivo, do hebraico ‘admoni, “vermelho”, e possuía boa aparência (1 Samuel 16.12).

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Como é importante amar

Graça, Paz e Alegria!

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* Texto extraído de site que não está mais no ar.

A inteligência sem amor, te faz perverso. 

A justiça sem amor, te faz implacável. 

A diplomacia sem amor, te faz hipócrita. 

O êxito sem amor, te faz arrogante. 

A riqueza sem amor, te faz ávaro. 

A docilidade sem amor, te faz servil. 

A pobreza sem amor, te faz orgulhoso. 

A beleza sem amor, te faz fútil. 

A autoridade sem amor, te faz tirano. 

O trabalho sem amor, te faz escravo. 

A simplicidade sem amor, te deprecia. 

A oração sem amor, te faz introvertido e sem propósito. 

A lei sem amor, te escraviza. 

A política sem amor, te deixa egoísta. 

A fé sem amor, te deixa fanático. 

A vida sem amor... ... não tem sentido!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (12.33-37)

Graça, Paz e Alegria!

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Mateus 12.33-37

33 Ou fazei a árvore boa e o seu fruto bom; ou fazei a árvore má e o seu fruto mau; porque pelo fruto se conhece a árvore.
34 Raça de víboras! Como podeis vós falar coisas boas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca.
35 O homem bom, do seu bom tesouro tira coisas boas, e o homem mau do mau tesouro tira coisas más.
36 Digo-vos, pois, que de toda palavra fútil que os homens disserem, hão de dar conta no dia do juízo.
37 Porque pelas tuas palavras serás justificado, e pelas tuas palavras serás condenado.

Jesus deixa claro que uma árvore boa dá frutos bons e uma árvore ruim dá frutos ruins. Não é possível se fingir de bom e dar frutos bons. Se você apenas finge ser bom, os frutos serão ruins! Só sendo realmente bom para dar frutos bons.

Exatamente porque vamos dar do que temos. Se não há algo bom em nós, como poderemos dar algo bom? Isso não quer dizer que não se pode fazer algumas coisas boas mesmo sendo ruim. É possível, mas essa não será a regra, não será o mais comum, e mesmo que se faça alguma coisa boa, mais importante é ser realmente transformado pelo Senhor, para que seja natural dar bons frutos.

O mais importante é a sua transformação e não as coisas que você faz. Mas aquele que é transformado pelo Espírito Santo naturalmente terá algo de bom para dar. As obras, as palavras boas, que edificam, não permitem diretamente a justificação, mas elas mostram a justificação já ocorrida. Assim, por obras e palavras mostramos que somos justificados e não condenados. A pessoa que é transformada pelo Senhor, mesmo em momentos de alegria e descontração, diz apenas coisas agradáveis e não precisa dizer bobagens ou mentiras em momento algum.

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Justificação pela Fé (8)

Graça, Paz e Alegria!

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A justificação é concedida pela graça, e recebida pela fé (Romanos 1.17). O Senhor age em nossa direção querendo a nossa justificação e pela fé nós recebemos essa ação do Senhor. Está liberado da parte de Deus para nós e recebemos quando cremos com fé na ação do Senhor.

Assim, apesar de conhecermos o termo como "justificação pela fé", não podemos dizer que a fé é a base, pois essa é a Vontade do Senhor de providenciar o modo para nossa reconciliação com Ele. A Fé apresenta-se como o "meio" da justificação, como ela se revela a nós.

Quando o apóstolo Paulo escreve que a fé de Abraão foi imputada como justiça (Romanos 4.3 - citando Gênesis 15.6), ele está dizendo que o homem é justificado pela fé, independentemente de suas obras. Por mais coisas que Abraão pudesse ter feito, não seria essa a forma de experimentar a justificação da parte do Senhor. Pouco importa quantas boas obras possamos fazer: o apóstolo aborda nesse texto o meio de adquirir a justificação, e não sua base. A Fé nos faz experimentar a Justificação!

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Comentário Devocional do Livro de Daniel (5.1-31) – 5

Graça, Paz e Alegria!

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No meio do banquete, acredito que todos pensavam na comida, na bebida, em toda a diversão, no poder que desfrutavam.

Mas algo aconteceu! Aparece a mão de um homem e começa a escrever na parede, em um lugar iluminado, para chamar a atenção mesmo para o que acontecia.

De um momento para o outro, a alegria e o poder dão lugar ao temor, ao entendimento que algo estava fora do lugar e que eles não podiam controlar o que estava acontecendo, mesmo com todo o poder que possuíam!

O problema não estava na alegria, no desfrutar as coisas que o rei podia desfrutar. Mas na arrogância de achar que tinha o poder em si, que era poderoso por si só, e não por permissão do Alto!

O prazer vivido naquele momento era ruim. Era pecaminoso. E o Senhor transformou aquele prazer em perturbação. Enquanto eles ainda celebram aos seus deuses, bebendo vinho nos vasos do templo do Senhor, aparecem uns dedos, algo como uma mão, escrevendo na parede.

Consigo imaginar que o ruído dos copos e das taças cessou. A conversa, antes cheia de entusiasmo e risadas, emudeceu. As mãos, que eram usadas para a comida e bebida, e sabe-se lá mais para quais prazeres, ficaram imóveis. Em poucos segundos todo o ambiente estava transformado num palco de medo, de temor.

A alegria do rei e de seus convidados acaba. A festa obviamente termina. O desespero toma conta de todos. O rei empalidece. E num piscar de olhos, toda a demonstração de poder terminou para o monarca arrogante. E ficou o medo do desconhecido.

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Biografias: Davi

Graça, Paz e Alegria!

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A história de Davi é uma das mais conhecidas da Bíblia Sagrada. Há várias passagens envolvendo Davi, tanto antes de assumir o trono como depois. Sua história mostra a provisão e a escolha de Deus, bem como a humanidade clara de quem comete erros, mas busca se acertar com o Senhor.

O rei Davi foi o segundo monarca de Israel, o homem escolhido por Deus para liderar seu povo. Ainda durante o reinado de Saul, Samuel é enviado pelo Senhor até a casa de Jessé, pai de Davi. Samuel havia ungido Saul e agora ia ungir o segundo rei de Israel.

A vida de Davi é narrada no Antigo Testamento, nos livros de 1 e 2 Samuel, 1 Reis e 1 Crônicas. Há outras citações, bem como muitos salmos são atribuídos a ele.

O nome “Davi” tem origem, com algumas ressalvas no meio acadêmico (que dizem não ser exata e clara tanto origem ou significado) no nome hebraico Dawid, Dawídh, e significa "o amado", "querido", "predileto".

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Levante os seus olhos

Graça, Paz e Alegria!

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Henry G. Bosch

Uma senhora, cujo trabalho exigia leitura constante, começou a ter dificuldades com os seus olhos, por isso consultou um oculista. Depois de um exame, ele disse: “Os seus olhos estão somente cansados; você precisa descansá-los.”

Ela replicou: “Mas isso é impossível por causa do tipo de trabalho que faço”

Depois de alguns momentos, o médico respondeu: “Você tem janelas no lugar de seu trabalho?”

“Oh, sim,” respondeu ela com entusiasmo. “Das janelas da frente consigo ver os picos nobres das montanhas e das janelas dos fundos posso ver as gloriosas elevações de Allegheny, aos pés das montanhas.”

O médico respondeu: “É exatamente isto o que você precisa. Quando sente os seus olhos cansados, olhe para as suas montanhas por 10 minutos - 20 seria melhor - e o olhar na distância vai descansar os seus olhos!”

O que é verdadeiro no âmbito físico, também é verdadeiro no reino espiritual. Os olhos da alma muitas vezes estão cansados e fracos de focalizar os nossos problemas e dificuldades. O olhar para cima - o olhar à distância - vai restaurar a nossa perspectiva espiritual.

Às vezes nos sentimos sobrecarregados pelas dificuldades da vida. Todavia, se olharmos para Deus, Ele colocará os nossos problemas na devida perspectiva e renovará as nossas forças.

Vamos levantar os nossos olhos!

“Elevo os meus olhos para os montes: de onde me virá o socorro? O meu socorro vem do Senhor”

livro de Salmos, capítulo 121 versos 1 e 2

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 29 de novembro de 2018

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (Mateus 12.22-32)

Graça, Paz e Alegria!

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Leia Mateus 12.22-32

Mais um endemoninhado é trazido até Jesus. Cego e mudo. Jesus liberta e cura.

Mas acusam Jesus de fazer tais obras com a autoridade do próprio demônio. Querem causar inquietação no povo para que parem de dar atenção para Jesus. Se a liderança, gente que deve ser mais sábia, fala algo assim, deve ter algum fundamento!

Se hoje em dia o pessoal acha, erradamente, que "se está na internet, é verdade", imagina numa época que nem todos podiam confirmar o que as pessoas diziam!

Jesus mostra que não seria um acordo que faria isso acontecer caso fosse com a autoridade do demônio. Como ir contra algo que o demônio queria em nome do próprio demônio? Seria um "reino dividido", haveria alguma guerra de vaidades e primeiro seria necessário resolver a disputa interna. Mas isso poderia trazer a ruína de tal reino.

Mostrou, com sabedoria, que as afirmações não se sustentavam. E ainda orientou que aquilo era uma blasfêmia contra o próprio Espírito de Deus, algo que não seria perdoado. Que pdoeriam falar sobre Ele o que quisessem e ainda poderiam encontrar perdão, mas quando falassem contra o Espírito, não haveria perdão. Uma forma clara de orientar a tomar cuidado com o que estavam pensando e falando!

Muitas coisas são faladas a respeito de quem segue ao Senhor. Até mesmo entre "os da casa" há quem diga bobagens em algum momento, por defender alguma posição em algum momento. Se diz que seria vontade do Senhor o que pode não ser e que não é o que realmente pode ser! Precisamos deixar o Espírito operar, buscarmos discernimento do Alto e entender o que o Senhor está realmente fazendo!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Justificação pela Fé (7)

Graça, Paz e Alegria!

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A Justificação envolve o perdão. Deus nos amou enquanto ainda estávamos no pecado. E em Jesus providenciou o Cordeiro que derramou o sangue para nosso perdão. Jesus pagou o preço completo! Isso significa que todos os pecados dos redimidos são perdoados. E aprendemos as coisas da Bíblia para nos distanciarmos do pecado, mas se acontecer, podemos contar com o perdão quando nos arrependemos e buscamos para mudar (1 João 2.1-2). Assim, a culpa pelo pecado é removida, bem como seu castigo merecido (Hebreus 10.14). 

Embora a justificação possa ser distinguida do perdão dos pecados, necessariamente o perdão está incluído nela. A Justificação não é o perdão em si, mas por conta do perdão, acontece a justificação. No entanto, o crente que foi justificado ainda está sujeito ao pecado, ou seja, ocasionalmente ele pode voltar a pecar (1 João 1.10).

Mas a justificação vai ainda mais além do que um simples perdão dos pecados. Ela também envolve a restauração da comunhão entre Deus e o homem (Atos 13.38-39; 26.18; Romanos 5.1-10). Aquele que foi justificado tem paz com Deus, pois a culpa do pecado é removida.

O pecador, alvo da justificação, é adotado como filho de Deus (João 1.12; Romanos 8.15,16; Gálatas 3.26,24). Agora ele desfruta dos direitos de filho concernentes a esse estado. O pecador justificado recebe o direito à vida eterna, pois passa a ser herdeiro de Deus e co-herdeiro com Cristo (Romanos 8.7).

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor