sexta-feira, 6 de julho de 2018

Atrás da tela

Graça, Paz e Alegria!

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L. Roberto Silvado

"Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele e ele tudo fará."
Bíblia, livro de Salmos, capítulo 37 verso 5

Durante o período em que eu estava aprendendo a usar o computador, comecei a ficar preocupado com o barulho que vinha dele. Parecia que ele estava trabalhando embora nada estivesse mudando na tela. Liguei imediatamente para o representante, preocupado e ele me respondeu:

- Não se preocupe, provavelmente o computador está trabalhando em uma das funções por trás da tela e você não pode ver.

Comecei, então, a pensar na frase "por trás da tela" e comecei a perceber como eu era orientado visualmente. Preocupado por não ver o que estava acontecendo. Aí então lembrei-me do meu relacionamento com Deus e quão dependente eu sou de ver os resultados da sua atuação. Quando não vejo os resultados esperados, quando "nada" acontece, eu assumo que Deus não está fazendo nada. Mas ele muitas vezes está trabalho por trás da "tela da vida". Se eu em determinados momentos não vejo a mão de Deus atuando me protegendo, guiando, eu posso estar seguro de que Ele está trabalhando a meu favor por trás da cena do cotidiano.

Existe uma situação na sua vida hoje que você não está vendo a ação de Deus? Talvez as circunstâncias da sua vida estejam resistindo qualquer tentativa de mudança que você já fez. Apesar de você ter a impressão de que nada está acontecendo, não desanime e busque a Deus pois Ele não está parado, mas está "trabalhando por trás da tela da vida a seu favor".

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (9.18-26)

Graça, Paz e Alegria!

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Leia Mateus 9.18-26

Um chefe da sinagoga procura Jesus. Qual era a responsabilidade de Jairo na Sinagoga? Podemos destacar a direção da adoração que os judeus ali faziam, a escolha de outros fariseus que deveriam dirigir a oração, ler as escrituras na hora da reunião para a oração, "pregar" e esclarecer as escrituras e o seguimento da Lei... Era um líder religioso.

Mesmo que muitos líderes religiosos tenham ido contra Jesus, nem todos seguiram esse caminho. Alguns reconheceram Nele algo diferente da parte do Senhor!

Depois de reconhecer em Jesus a autoridade para que sua filha voltasse a viver, seguem o caminho de sua casa. E nesse trajeto, uma mulher com fluxo de sangue por 12 anos resolve ao menos tocar nas vestes de Jesus em busca da sua cura. A preocupação de Jesus foi deixar claro que não foi por conta da roupa, mas por conta da fé. Era preciso deixar claro que a roupa não era o motivo do milagre, mas a fé!

As pessoas confundem atos milagrosos da parte do Senhor numa busca com fé com ações de pessoas ou objetos. Mesmo que um objeto seja usado por orientação clara e direta do Senhor, serve apenas para demonstrar obediência! O objeto não faz nada! Nem mesmo a pessoa! Quem faz é o Senhor!!!

Ao chegar na casa de Jairo, Jesus deixa claro que a menina está dormindo. Os presentes duvidam, até fazem chacota, afinal, já estavam ali por conta do ofício fúnebre! Jesus pede para ficar sozinho com a menina e logo ela se levanta.

Há coisas que não devemos "anunciar" antes ou "fazer" diante das pessoas. Elas devem apenas ver os resultados, o testemunho da ação de Deus!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Santificação (10)

Graça, Paz e Alegria!

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Pois o pecado não terá domínio sobre vós, porquanto não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça - Romanos 6.14

Muitas vezes acontecem coisas no nosso dia que parecem ter acabado com ele. Sentimos como se aquilo que aconteceu influenciasse o que mais está por acontecer. Um feijão que queima, uma arte de uma criança, uma fechada no trânsito... Essas coisas que acontecem todos os dias e a toda hora parecem acabar com o nosso dia.

Se tais coisas mexem tanto com a gente, qual a razão de acontecerem? E com tanta frequência? Será que Deus realmente está preocupado com a nossa vida a ponto de cuidar de nós? Então por que essas coisas acontecem? Por que não somos poupados delas?

Bom, antes de qualquer coisa, para entender melhor a razão das coisas acontecerem, como Deus age e como devemos nos comportar, precisamos entender que devemos chamar pecado de pecado mesmo! Não podemos achar que as coisas em nossa vida vão mudar se começarmos a chamar pecado de qualquer outra coisa que não pecado!

Cito alguns exemplos no trânsito:

Ultrapassar o limite de velocidade porque está com pressa pode, desde que não coloque a vida de ninguém em perigo... É só tomar cuidado com o radar!!! Não tem problema falar no celular dirigindo... Mesmo que algo seja errado, se na verdade não está prejudicando ninguém, não tem problema!

Na verdade, nós é que classificamos algo como pecado ou não a partir do que queremos. E achamos que existe uma classificação entre pecados graves e aqueles que não causam tantos problemas, e até temos uma lista de erros que nem devem ser chamados de pecados... Esse é um problema na caminhada de santidade! Pecado é pecado mesmo! Não tem outro nome! E não há uma classificação de gravidade! É pecado? É pecado!

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor! 

Forte Abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

terça-feira, 3 de julho de 2018

Comentário Devocional do Livro de Daniel (3.1-30)

Graça, Paz e Alegria!

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Nabucodonosor passa por um momento de "delírio de grandeza". Ele era realmente poderoso enquanto rei, agora querer definir questões espirituais era um pouco demais! Mas foi o que ele fez: mandou construir uma estátua grande e queria que todos adorassem essa estátua quando o som de aviso para a adoração fosse dado.

Ele já tinha entendido que o Deus verdadeiro era o Deus de Daniel (Daniel 2.47), que tinha revelado não apenas a interpretação do sonho, mas o próprio sonho, evento registrado no capítulo 2! Mas seu coração ficou mais uma vez movido pelo poder.

Sadraque, Mesaque e Abedenego voltam para a história do livro de Daniel. Eles eram os companheiros de Daniel no caso da recusa em se alimentar com os manjares da mesa do rei no capítulo 1. Bem como, Daniel os procura para buscar ao Senhor na situação em que esperava pela revelação e interpretação do sonho de Nabucodonosor, no capítulo 2. Já possuíam posição de destaque, como Daniel.

Nabucodonosor, já tendo reconhecido o poder do Deus de Daniel, poderia ter agido de forma diferente. Em vez de se humilhar, exaltou-se. Aquela estátua era uma forma de representar ao próprio rei, não necessariamente a sua figura, mas em seu poder, agora querendo adoração por decreto a uma estátua que lembraria esse seu poder. Foi como instituir o culto de si mesmo e a adoração de seus deuses. Todos deveriam adorar na hora determinada pela música.

Quantas pessoas, mesmo depois de reconhecer o Poder de Deus, acabam deixando de lado o que já viram e sentiram para seguir suas próprias vontades...

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte Abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Biografias: Débora

Graça, Paz e Alegria!

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O nome “Débora” vem do hebraico Debhoráh, e significa “abelha”.

Débora foi uma profetisa reconhecida, pois tinha o Espírito do Senhor (Juízes 6.34; 11.29; 14.6), que aparece na lista dos juízes de Israel.

Viveu em um período complicado da história de Israel, onde as pessoas se afastavam da vontade do Senhor e buscavam seus próprios desejos.

O livro de Juízes nos relata que Débora se assentava debaixo das “palmeiras de Débora”, entre Ramá e Betel, nas montanhas de Efraim, e ali os israelitas de diversas tribos procuravam-na em busca de uma solução para suas causas, ou seja, Débora era a responsável por arbitrar as disputas daquele povo (Juízes 4.4). Em uma sociedade machista e patriarcal, tal atividade é digna de nota!

Quando o povo se viu oprimido por Sísera, capitão do exército de Jabim, os israelitas apelaram para Débora. Ela então recorreu a Baraque, para que ele liderasse os israelitas contra Sísera, segundo a Palavra do Senhor. Porém, Baraque, insistentemente, disse que só iria para a batalha se Débora fosse com ele. Diante dessa situação, Débora concordou em acompanhar Baraque, entretanto deixou claro que não seria dele a honra da vitória na batalha, pois Deus entregaria Sísera nas mãos de uma mulher (Juízes 4.9).

Terminamos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte Abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

sexta-feira, 29 de junho de 2018

A oração de um servo

Graça, Paz e Alegria!

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Leia: Gênesis 24.1-16
“Senhor... dá-me neste dia bom êxito, e seja bondoso com o meu senhor Abraão.” (Gênesis 24.12)

Abraão chama o servo em quem mais confia para realizar uma tarefa especial. O servo faz um voto e segue sua jornada para encontrar uma esposa para Isaque entre os parentes de Abraão.

Não sabemos muito a respeito desse servo, mas podemos perceber que ele já conhece o trabalho de Deus através das vidas de Abraão, Sara e agora Isaque. Abraão está velho, e ele quer que Isaque se case. Abraão está tentando arranjar uma esposa para Isaque, mas espera em Deus que realmente proverá para que suas promessas se cumpram.

Antes do servo dar início a qualquer diálogo com as jovens da região, ele ora ao Deus do seu mestre e pede que Deus demonstre bondade para com seu mestre. E é Deus mesmo quem dá o próximo passo nessa missão.

Por que não se menciona o nome do servo nesta história? Talvez isso nos ajude a focalizar em Deus como o personagem principal desta história. Não saber o nome do servo nos ajuda a nos colocarmos no lugar dele.

Qual é a nossa definição de “sucesso”? Nesse caso, sucesso é a conclusão de uma missão por um servo para seu mestre. O sucesso do mestre é o principal objetivo do servo.

Quantas vezes fazemos a oração do servo? Buscando a vontade do Mestre, realizando a Missão?

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (9.14-17) - 5

Graça, Paz e Alegria!

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Leia Mateus 9.14-17

Ao jejuar, precisamos tomar cuidado com algumas coisas:

Hipocrisia: é o caso dos fariseus (Mateus 6.16). Eles chamavam toda a atenção para si. O nosso jejum não pode ter o objetivo de chegar aos olhos e ouvidos do mundo, mas única e exclusivamente diante de Deus. O jejum é uma questão particular entre nós e Deus (Mateus 6.17);

Legalismo: algumas pessoas associam o jejum com a ideia de se fazer boas obras para agradar a Deus e assim alcançar a salvação. Se uma pessoa jejua com esta direção, este jejum é obra da carne. A credibilidade do jejum não está na abstenção pura e simples de algo, nem por ser prática do cristianismo, mas na sinceridade da pessoa que manifesta sua fé, privando-se de alimentos ou do que quer que seja. Muitas pessoas reclamam que jejuaram e Deus não ouviu a sua oração, nem atentou para o seu jejum. Isto me faz lembrar Isaías 58.3ss. O fato de terem reclamado após jejum mostra que, durante o mesmo, sua atitude não fora correta. Jejuaram com a motivação errada. Nós jejuamos para mostrar nossa dependência e confiança em Deus, não para obrigá-lO a responder-nos em tudo o que queremos;

Associar o Jejum com Espiritualidade: alguns querem que os outros jejuem, exatamente como eles fazem. A Bíblia não nos diz quanto tempo devemos jejuar, nem quantas vezes. Ninguém pode impor a sua espiritualidade a qualquer pessoa. A genuína espiritualidade vem do coração, e não pode ser imposta. Cada um, individualmente, tem que tomar sua própria decisão de servir a Deus. Quem quiser jejuar, deve fazê-lo com a motivação correta, de modo bíblico, mas não deve forçar ninguém a fazer o mesmo.

Recomendamos a prática do jejum. É um ótimo tempo para deixarmos de lado nosso desejo e buscarmos a vontade do Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quarta-feira, 27 de junho de 2018

Santificação (9)

Graça, Paz e Alegria!

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Vamos pensar numa situação do dia a dia: Em uma entrevista de emprego...

Você está se preparando para uma entrevista para um emprego novo. Nas mãos, o currículo com a última atualização feita na noite anterior e também mostras de seu melhor trabalho na área que você está pretendendo. O Vice-presidente da empresa quer falar com você. Você entende que chegou sua chance. Depois de alguns momentos de conversa, ele pede que você se defina em 3 ou 4 palavras. Um certo silêncio paira no ar...

Ele revela, mostrando algumas anotações, que ligou para pessoas da sua família e que fez a mesma colocação... Será que essas pessoas deram boas referências sobre você? Será que, mesmo não usando a palavra “santo” (por conta de um imaginário popular que deixa essa palavra distante de uma realidade para humanos comuns), alguém pensou nisso? Ou pelo menos chegou perto disso? Que testemunho você tem dado de sua vida com Deus? Se Ele quer que você seja santo, você tem dado mostras de santidade em sua vida? Você tem vivido a cada momento fazendo as coisas como se fizesse para o Senhor e não para as pessoas?

Em nosso exemplo, não diremos qual foi o resultado, pois nosso interesse é que cada um pense como se fosse a sua entrevista!

Ser santo é vontade do Pai para você. Mas você terá que dizer "sim" a essa vontade do Pai. Aí, Ele mesmo irá auxiliar você a viver da forma certa. Você terá que negar a vontade da carne... o que “todo mundo faz”... o “é assim mesmo”... É o momento de uma decisão que mudará sua vida definitivamente

2 Coríntios 6.17-18

17 Pelo que, saí vós do meio deles e separai-vos, diz o Senhor; não toqueis coisa imunda e eu vos receberei;
18 eu serei para vós Pai e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-Poderoso.

Sair do meio não é se afastar simplesmente, afinal, você vai dar testemunho e convidar essas pessoas para o Evangelho! Mas é deixar as práticas comuns... “o que todo mundo faz”...

Você quer isso? Deixa o Senhor operar em sua vida o padrão de santidade que Ele quer que você tenha.

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

terça-feira, 26 de junho de 2018

Comentário Devocional do Livro de Daniel (2.1-49) - 3

Graça, Paz e Alegria!

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Para alguns, é muito fácil dizer coisas a respeito de profecias e visões que representam momentos históricos. Basta fazer uma interpretação de fatos e interligar com o texto Bíblico e já aparece a notoriedade, quer seja da pessoa, quer seja da tese apresentada. E sempre aparece quem concorde ou discorde! E dentre os que discordam, uns apresentam outra possibilidade de interpretação, outros dizem que tem que estudar mais e melhor, mas o que foi apresentado já é definido com errado...

Parece espiritual! E se o Senhor revelar, realmente será! Mas se for interpretação que parece fazer sentido, sendo que não é a que o Senhor realmente tem para aquela profecia ou visão, estamos num limite muito perigoso da apresentação da Bíblia!

Eu não busco notoriedade! "É necessário que ele cresça e que eu diminua" - João 3.30. Sempre que a minha pregação e meu testemunho facilitem a Mensagem do Evangelho, que seja observado apenas para notar o tema principal: o Evangelho! E quando minha pregação ou testemunho falharem, como qualquer ser humano pode falhar, que a Mensagem do Evangelho seja central para que as pessoas não olhem para mim, que careço da Graça como qualquer um, mas olhem para Cristo!

Além disso, Deuteronômio 29.29 diz: "As coisas encobertas pertencem ao Senhor, nosso Deus, mas as reveladas nos pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que observemos todas as palavras desta lei".

Se em outro momento da Palavra ou por revelação divina pudermos fazer a devida analogia com a interpretação da visão desse sonho para discernir sobre qual reino está sendo falado, sem crise, retomaremos no momento adequado! Mas nesse momento, ainda que exista uma tese como mais aceita para tal interpretação, existem ao menos outras 3 ou 4, e mais outras tantas são possíveis! Não vou seguir a tese mais aceita apenas por parecer fazer mais sentido!

Em princípio, entendo que o texto revela apenas 1 e posso afirmar outro como claro na interpretação: A cabeça de ouro é o reino da Babilônia com Nabucodonosor, e a Pedra cortada sem auxílio de mãos é Jesus, o Cristo!

No mais, ainda que tenhamos uma tese como a mais aceita, nem sobre o peito e os braços de prata nos sentimos confortáveis para comentar, pois não foi revelado aqui e "reino depois" pode ser o imediatamente posterior como pode representar um outro qualquer depois em qualquer momento histórico!

Dessa forma, a meditação proposta aqui é: cuidado com teses, por mais que pareçam fazer sentido! Se não foi revelado diretamente pelo Senhor, por mais sentido que possa parecer fazer, pode ser um beco sem saída do ponto de vista da vontade do Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

segunda-feira, 25 de junho de 2018

Biografias: Raabe

Graça, Paz e Alegria!

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Josué enviou dois espias para fazerem um relatório de reconhecimento da fortaleza de Jericó. Esses espias receberam a cooperação de Raabe, uma habitante de Jericó.

Seu nome significa “grande pela fé”, “mulher cuja fé é abundante”.

Ela auxilia o povo hebreu e, quando este tomou a terra, ela e sua família foram preservadas. Por auxiliar o povo, ela é poupada. Isso lembra algo que vemos no Evangelho: “Quando fizeres qualquer destas coisas a um destes pequeninos, a Mim o fazeis”.

Outro fato envolvendo Raabe: ela faz parte da genealogia de Jesus (uma prostituta parente do Salvador – ver Mateus 1.1-17, especificamente o versículo 5)! Raabe é mãe de Boaz, aquele que vai se casar com Rute e filho deste casal viria ser avô do rei Davi.

Sua história revela que mesmo no meio da maior angústia, se fizermos a vontade do Senhor, seremos poupados de maior tribulação e ainda teremos a devida honra por seguir os desígnios de Deus!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

sexta-feira, 22 de junho de 2018

O primeiro culto evangélico em solo brasileiro

Graça, Paz e Alegria!

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PILB - Programa de Incentivo a Leitura da Bíblia

O primeiro culto evangélico em solo brasileiro foi celebrado no dia 10 de março de 1557, por protestantes franceses. Eles chegaram à baía da Guanabara fugindo da perseguição em seu país, e em busca de uma nova pátria. O pregador baseou-se no Salmo 27.4: "Ao Deus Eterno peço somente uma coisa: que Ele me deixe viver na Sua Casa todos os dias da minha vida, para sentir a Sua Bondade e pedir a Sua orientação."

Neste salmo, Davi expressa seu desejo de viver para sempre na presença de Deus, porque ele sabia que só ali há agradável segurança. Na presença de Deus passamos a receber e aceitar Suas determinações, e temos satisfação em fazer o que Lhe agrada. Ele não nos abandona.

Os fugitivos franceses cristãos tinham feito a mesma experiência: que o fato de sabermos que Deus nos cerca dá-nos força e alegria, apesar da angústia da fuga do seu país e depois também do Brasil, de onde os portugueses os expulsaram. A certeza de que Deus nos envolve, conduz-nos a uma atitude de plena submissão à sua vontade, à consagração da vida toda ao seu serviço. Que nós, cristãos brasileiros, possamos viver sempre segundo tão nobre começo. 

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Comentário Devocional do Evangelho de Mateus (9.14-17) - 4

Graça, Paz e Alegria!

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Leia Mateus 9.14-17

Na maioria das vezes, o jejum bíblico durava apenas um dia. Ia de pôr de sol até pôr de sol. Existem apenas três ocasiões de jejum de quarenta dias: Moisés, Elias e Jesus. E todos foram em e por ocasiões muito especiais: Moisés estava praticamente dentro da glória de Deus; Elias recebera alimento de um mensageiro do Senhor; e Jesus iniciaria o seu ministério, isto é, a salvação de toda a humanidade de seus pecados. 

Não há uma regra que defina de quanto em quanto tempo deve-se jejuar. Os fariseus jejuavam duas vezes por semana (Lucas 18.12), mas eram considerados hipócritas. Eles jejuavam apenas para mostrar alguma piedade – o que eles não tinham.

A preocupação não deve ser com a forma, ou quantas vezes por semana, mas com a renúncia. É possível jejuar de "assistir TV", “tempo em rede social”, "comer chocolate", "beber refrigerante"... A questão não está ligada com como faz, por quanto tempo ou o que se espera disso, mas com a renúncia de algo para dizer que o Senhor satisfaz suas necessidades de forma completa. Abrimos mão de nossa vontade para buscar a vontade do Senhor!

Encerramos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Santificação (8)

Graça, Paz e Alegria!

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E sereis para mim santos; porque eu, o Senhor, sou santo, e vos separei dos povos, para serdes meus - Levítico 20.26

A vontade do Pai é que sejamos santos. Precisamos entender o que é isso para viver a vontade do Pai. Não teremos como fazer se não entendermos o que o Pai quer!

Muitas vezes, santidade está comparada a um termo apenas religioso. Só alguém como um ministro do evangelho, um monge, alguém muito especial parece poder chegar ao padrão de santidade que achamos seja o correto.

Mas o Senhor nos chama a todos/as (não alguns/algumas) para viver nesse padrão. Não é privilégio ou prerrogativa de alguns/algumas. É para todos/as!

Ser santo é ser separado. No caso dos/as cristãos/ãs, somos separados do reino das trevas para o Reino da maravilhosa luz do Senhor. Somos separados da vontade do mundo para a vontade do Senhor. Devemos nos negar a cada dia (rejeitar a vontade da carne), tomar a nossa cruz (símbolo de rejeição) e seguir ao Senhor (fazer a vontade do Pai) – Mateus 16.24.

Assim, ser santo não deveria ser algo tão estranho. É um chamado do Pai para nós, e Ele mesmo nos auxilia nessa caminhada de santidade, através do Espírito Santo (que convence do pecado – do que nos separa de Deus, da justiça – que temos que fazer a vontade do Pai que será justo ao nos observar, e do juízo – se não fizermos a vontade do Pai, nos distanciamos e temos o caminho do julgamento e do juízo eterno).

Seguimos na próxima semana, permitindo o Senhor!

Forte abraço!
Em Cristo,
Ricardo, pastor